quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Vai aproveitar o feriadão de 07 de setembro?

Um bom feriado a todos!!!

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nota fiscal eletrônica continua fora do ar em Campinas


Sistema de nota fiscal de Campinas saiu do ar após atualização (Foto: Reprodução / Prefeitura Campinas)
O sistema de emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSe) de CAMPINAS(SP) permanece fora do ar nesta quarta-feira (5), apesar do prazo emitido pela Secretaria de Receitas da Prefeitura. A expectativa era de que, até as 7h de hoje, o serviço já estivesse funcionando normalmente. A pane ocorre desde sexta-feira (31) e  já comprometeu a emissão de pelo menos 150 mil notas fiscais.
Procurada, a administração informou que os técnicos que estão trabalhando para corrigir as falhas no sistema ainda não conseguiram consertar a pane. Ainda de acordo com a prefeitura, um novo prazo para retorno do sistema só poderá ser divulgado após um retorno desses técnicos que, nesta manhã, estavam em conferência para discussão do problema.

De acordo com a prefeitura, a página saiu do ar na segunda-feira (3), quando a empresa Desenvolvimento de Sistemas Fiscais Ltda (DSF), responsável pelo sistema, encontrou erros no processamento de arquivos em três dias de outubro. Os problemas começaram após atualização feita pelo desenvolvedor na sexta, quando a empresa decidiu tirar o sistema do ar.

Na página na internet da NFSe, foi publicada uma mensagem informando que o sistema passa por manutenção técnica, impossibilitando a utilização para a emissão do documento. A Secretaria de Receitas informou que irá notificar a empresa porque descumpriu a cláusula contratual de prestação 
Até a solução do problema, os comerciantes devem utilizar a emissão do Recibo Provisório de Serviços (RPS). De acordo com a administração, quando o sistema voltar, o arquivo deve ser enviado e convertido automaticamente em nota fiscal. Além disso, o programa, que deve ser instalado no computador, pode ser utilizado como alternativa, quando a emissão de nota fiscal não estiver funcionando.

Após o retorno das operações, uma sobrecarga no sistema está prevista, mas a prefeitura espera que o sistema funcione normalmente. A secretaria também informou que estuda como será feita a cobrança das multas referentes ao atraso para enviar as notas, porém não divulgou o que será feito. "Assim que o sistema voltar no ar nós vamos prorrogar a data para essas empresas", afirma o secretário Antônio Caria Neto.

O sistema está hospedado no Datacenter da Informática de Municípios Associados S/A (IMA) sob administração da empresa fornecedora da solução (DSF), que informou ao G1 que tem conhecimento do problema e trabalha para corrigir as falhas que foram provocadas durante a melhoria do desempenho do sistema. A empresa não confirmou se foi notificada pela prefeitura.
Fonte: G1

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Estrangeirismos


Mario Persona é um tradutor de produtos e conceitos. Dono de uma habilidade natural de contar histórias e fazer analogias,sabe criar uma imagem simples das coisas complexas e transformar o indigesto em algo apetitoso.
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"Traduzir nem sempre é apenas verter um texto para outro idioma, mas transformá-lo em informação fácil de digerir". Foto: "Traduzir é mais do que traduzir palavra por palavra. Traduzir é entender a mensagem e dizer exatamente o mesmo em outro idioma."

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The Joyful Side of Translation



The theory of translation is very rarely — how to put this? — comical. Its mode is elegy, and severe admonishment. In the 20th century, its great figures were Vladimir Nabokov, in exile from Soviet Russia, attacking libertines like Robert Lowell for their infidelities to the literal sense; or Walter Benjamin, Jewish in a proto-Nazi Berlin, describing the Task of the Translator as an impossible ideal of exegesis. You can never, so runs the elegiac argument, precisely reproduce a line of poetry in another language. Poetry! You can hardly even translate “maman.” . . . And this elegiac argument has its elegiac myth: the Tower of Babel, where the world’s multiplicity of languages is seen as mankind’s punishment — condemned to the howlers, the faux amis,the foreign menu apps. Whereas the ideal linguistic state would be the lost universal language of Eden.
It’s rarely flippant, or joyful — the theory of translation.
David Bellos’s new book on translation at first sidesteps this philosophy. He describes the dragomans of Ottoman Turkey, the invention of simultaneous translation at the Nuremberg trials, news wires, the speech bubbles of Astérix, Bergman subtitles. . . . He offers an anthropology of translation acts. But through this anthropology a much grander project emerges. The old theories were elegiac, stately; they were very much severe. Bellos is practical, and sprightly. He is unseduced by elegy. And this is because he is on to something new.
Bellos is a professor of French and comparative literature at Princeton University, and also the director of the Program in Translation and Intercultural Communication there (at which, I should add, I once spoke). But to me he’s more interesting as the translator of two peculiarly great and problematic novelists: the Frenchman Georges Perec, whose work is characterized by a manic concern for form, and the Albanian Ismail Kadare, whose work Bellos translates not from the original Albanian, but from French translations supervised by Kadare. Bellos’s twin experience with these novelists is, I think, at the root of his new book, for these experiences with translation prove two things: It’s still possible to find adequate equivalents for even manically formal prose; and it’s also possible to find such equivalents via a language that is not a work’s original. Whereas according to the sad and orthodox theories of translation, neither of these truths should be true.
At one point, Bellos quotes with rightful pride a small instance of his own inventiveness. In Perec’s novel “Life: A User’s Manual,” a character walks through a Parisian arcade, stopping to look at the “humorous visiting cards in a joke-shop window.” In Perec’s original French, one of these cards is: “Adolf Hitler/Fourreur.” A fourreur is a furrier, but Perec’s joke-shop joke is that it also resembles the French pronunciation of Führer. So Bellos, in his English version, rightly translates “fourreur” not as “furrier,” but like this: “Adolf Hitler/German Lieder.” Bellos’s new multiphonic pun is a travesty, no doubt about it — and it’s also the most precise translation possible.
The conclusions that this paradox demands are, let’s say, bewildering for the old-fashioned reader. We’re used to thinking that each person speaks an individual language — his mother tongue — and that this mother tongue is a discrete entity, with a vocabulary manipulated by a fixed grammar. But this picture, Bellos argues, doesn’t match the everyday shifts of our multiple languages, nor the mess of our language use. Bellos’s deep philosophical enemy is what he calls “nomenclaturism,” “the notion that words are essentially names” — a notion that has been magnified in our modern era of writing: a conspiracy of lexicographers. It annoys him because this misconception is often used to support the idea that translation is impossible, since all languages largely consist of words with no single comprehensive equivalent in other languages. But, Bellos writes: “A simple term such as ‘head,’ for example, can’t be counted as the ‘name’ of any particular thing. It figures in all kinds of expressions.” And while no single word in French, say, will cover all the connotations of the word “head,” its meaning “in any particular usage can easily be represented in another language.”
The misconception, however, has a very long history. Ever since St. Jerome translated the Bible into Latin, discussion of translation has dissolved into the ineffable — the famous idea that each language creates an essentially different mental world, and so all translations are doomed to philosophical inadequacy. In Bellos’s new proposal, translation instead “presupposes . . . the irrelevance of the ineffable to acts of communication.” Zigzagging through case studies of missionary Bibles or cold war language machines, Bellos calmly removes this old idea of the ineffable, and its unfortunate effects.
It’s often said, for instance, that a translation can’t ever be an adequate substitute for the original. But a translation, Bellos writes, isn’t trying to be the same as the original, but to be like it. Which is why the usual conceptual duo of translation — fidelity, and the literal — is too clumsy. These ideas just derive from the misplaced anxiety that a translation is trying to be a substitute. Adolf Hitler/Fourreur! A translation into English as “furrier” would be literally accurate; it would, however, be an inadequate likeness.
In literature, there’s a related subset of this anxiety: the idea that style — since it establishes such an intricate relationship between form and content — makes a work of art untranslatable. But again, this melancholy is melodramatic. It will always be possible in a translation to find new relationships between sound and sense that are equivalently interesting, if not phonetically identical. Style, like a joke, just needs the talented discovery of equivalents. “Finding a match for a joke and a match for a style,” Bellos writes, “are both instances of a more general ability that may best be called a pattern-matching skill.”
Translation, Bellos proposes in a dryly explosive statement, rather than providing a substitute instead “provides for some community an acceptable match for an utterance made in a foreign tongue.” What makes a match acceptable will vary according to that community’s idea of what aspects of an utterance need to be matched by its translation. After all, “no translation can be expected to be like its source in more than a few selected ways.” So a translation can’t be right or wrong “in the manner of a school quiz or a bank statement. A translation is more like a portrait in oils.” In a translation, as any art form, the search is for an equivalent sign.
And for the inhabitants of London or Los Angeles, this dismantling of the myths around translation has peculiar implications. As Bellos points out, those born as English speakers are now a minority of English speakers: most speak it as a ­second language. English is the world’s biggest interlanguage.
So two futures, I think, can be drawn from this dazzlingly inventive book, and they are gratifyingly large. The first is for every English speaker. Google Translate, no doubt about it, is a device with an exuberant future. It’s already so successful because, unlike previous machine translators, but like other Google inventions, it’s a pattern recognition machine. It analyzes the corpus of existing translations, and finds statistical matches. The implications of this still haven’t, I think, been adequately explored: from world newspapers, to world novels. . . . And it made me imagine a second prospect — confined to a smaller, hypersubset of English speakers, the novelists. I am an English-speaking novelist, after all. There was no reason, I argued to myself, that translations of fiction couldn’t be made far more extensively in and out of languages that are not a work’s original. Yes, I started to cherish a future history of the novel that would be recklessly international. In other words: there’d be nothing wrong, I kept thinking, with making translation more joyful.
Adam Thirlwell’s most recent novel is “The Escape.”

The New York Times

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O país onde parecer é mais importante que ser


Piada do preço do carro importado no Brasil

“- Numa edição recente da revista Forbes, o jornalista Kenneth Rapoza ironizou os preços exorbitantes que os brasileiros pagam pelos carros importados. Afinal, por que aceitamos pagar tão caro?
- (…) Entre outras razões, os brasileiros se submetem aos preços pois os carros são ‘bens posicionais’. A ideia é do economista inglês Fred Hirsch. O valor do bem posicional depende justamente da ‘exclusividade’, isto é, do fato de que os outros não têm acesso a esses bens. Quanto mais caro, mais exclusivo. Quanto mais exclusivo, mais status. E, portanto, mais poder para impressionar os outros. O filósofo francês Nicolas Malebranche dizia que o desejo mais ardente das pessoas é conquistar um lugar de honra na mente dos seus semelhantes. Essa é a ideia do bem posicional: o proprietário pensa que as pessoas passam a respeitá-lo e admirá-lo mais porque ele pode desfilar um carrão, uma grife, um luxo. Um copo de leite, por exemplo, é um bem normal. Se tenho prazer em beber um copo de leite todas as manhãs, isso independe do resto da sociedade. Se amanhã todo mundo beber um copo de leite igualzinho, o meu prazer não mudará uma gota. Mas suponha que eu sou um jovem ambicioso, trabalho 12 horas no mercado financeiro, ganho meu dinheiro honestamente e decido que a coroação da minha vitória será um automóvel caríssimo. Compro meu carro dos sonhos – um BMW, um Mercedes ou um dos carros mencionados pela Forbes – e, de repente, tenho um estalo: ‘Eu sou especial’. As meninas vão ver um brilho diferente no meu olhar, os amigos vão me invejar, os outros vão me respeitar quando passar na rua. Volto para casa feliz da vida. Mas, na manhã seguinte, acontece uma coisa estranha: todos os carros da cidade se transformaram em BMWs idênticos ao meu. E aí? Será que esse carro ainda tem a importância e o valor que tinha aos meus olhos e aos olhos dos demais? Ou será que o poder que ele me conferia simplesmente desapareceu? Pois é, desapareceu. Uma das melhores definições dessa ideia é do satírico romano Petrônio: ‘Só me interessam os bens que despertam no populacho a inveja de mim por possuí-los’. Isso foi dito na Roma antiga, há dois milênios. Uma passagem de Adam Smith, n’A Riqueza das Nações (1776), também ilustra isso: ‘Para a maior parte das pessoas ricas, a principal fruição da riqueza consiste em poder exibi-la, algo que aos seus olhos nunca se dá de modo tão completo como quando elas parecem possuir aqueles sinais definitivos de opulência que ninguém mais pode ter a não ser elas mesmas’. Essa é uma definição irretocável do bem posicional. Quer dizer, sim, compramos um sinal de opulência e de distinção, um prestígio, um brilho – embora muitas vezes sabendo que estamos sendo roubados. Mas, afinal, por quê? Beleza, poder e riqueza mexem com o psiquismo humano de uma maneira quase pré-racional. Não percebemos quão vulneráveis somos a esses apelos. Isso certamente não é de hoje. Ao longo da história, muitos pensadores se debruçaram sobre essa questão, a partir de uma perspectiva ética. Como entender o fascínio por beleza, poder e riqueza? Por que nos deixamos levar por essas promessas? Por que somos iludidos por esses bens posicionais?”
Do economista e filósofo Eduardo Giannetti, em entrevista à repórter Juliana Sayuri
BLOG  ARMANDO ANTENORE

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo


Cigarro não combina com a saúde do planeta. Nem com a sua.

Criado em 1986 pela Lei Federal nº. 7.488, o Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população brasileira para os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

No Brasil,  o INCA é o órgão do Ministério da Saúde que coordena o Programa Nacional de Controle do Tabagismo. O Programa visa à prevenção e à cessação do tabagismo na população por meio de ações que estimulem a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis e que contribuam para a redução da incidência e da mortalidade por câncer e doenças tabaco-relacionadas no país.

Dentre as atividades do Programa, incluem-se ações de educativas que objetivam manter um fluxo de informações contínuas sobre tabagismo. Os eventos e campanhas das datas institucionais, como é a campanha de 29 de agosto integram esse contexto e objetivam dar visibilidade à prevenção e ao controle do tabagismo.

A campanha deste ano, que dá continuidade à estratégia iniciada no dia 31 de maio – Dia Mundial sem Tabaco –, aborda impacto socioambiental da indústria, com destaque (conceito e imagem central) para as questões que afetam o meio ambiente. É uma campanha de massa, com foco no público jovem e adulto (aproximadamente de 16 a 50 anos), de ambos os sexos, incluindo fumantes ou não. A opção por focar o público jovem parte da estratégia para prevenir a iniciação e a experimentação (que ocorre principalmente na faixa etária de adolescentes e jovens, aproximadamente entre 13 e 25 anos). 

As ações desenvolvidas para a celebração do Dia Nacional de Combate ao Fumo este ano são:
• Lançamento do projeto-piloto do Curso de EAD Saber Saúde, dia 16 de agosto, no Paraná
• Exposição O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória no Brasil: uma trajetória  - lançamento dia 27 de agosto na Estação Carioca do Metrô (RJ)
• Jogo on-line Agentes da Saúde – Por um mundo livre do cigarro - lançamento previsto para o dia 29 de agosto
• Divulgação de estudo do INCA sobre o uso do narguilé.


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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Morte morrida, morte matada

Aldo Bizzocchi


Se "estar" indica estado transitório, e "ser", condição definitiva, por que se diz que alguém "está morto" e não que "é morto", se a morte é definitiva? Afinal, não é pela mesma lógica que se diz que fulano "está resfriado" (mal passageiro), mas "é diabético" (doença sem cura)? A razão é que "morto" é particípio breve de dois verbos em português: "matar" e "morrer". Portanto, "morto" significa tanto "matado" quanto "morrido". (Existe até aquela história de morte matada - acidente ou crime - e morte morrida - por causas naturais). Como muitos verbos em português admitem dois particípios, um longo e um breve (entregado/entregue, aceitado/aceito, pagado/pago, suspendido/suspenso, acendido/aceso, etc.), convencionou-se que, com os verbos "ser" e "estar", deve-se usar o particípio breve, e com "ter" e "haver", o longo. Mas, se digo que o leão foi morto pelo caçador, o que quero dizer é que o caçador havia matado o leão (o leão foi "matado" pelo caçador). Já se digo que o leão está morto, é porque ele havia morrido (isto é, está "morrido"). Logo, se, ao encontrar o cadáver do leão, eu dissesse que ele "é morto" em vez de "está morto", estaria me referindo à ação de matar e não ao estado de alguém que morreu.

Por sinal, um comentarista esportivo da televisão, aludindo, certa feita, à frase de Pelé de que no futebol é preciso matar um leão por dia para provar que se é caçador, disse que "neste campeonato, um leão é matado a cada jogo".

Fonte: Revista da Língua Portuguesa - 



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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

IRANIANOS, NÓS NUNCA IRÍAMOS BOMBARDEAR O SEU PAÍS


“Às vezes eu vejo na TV um iraniano. Ele fala sobre guerra.
Tenho certeza que ele não representa todo o povo do Irã.
Se você vir alguém na sua TV falando sobre bombardearmos você… tenha certeza que ele não representa todos nós.”
O vídeo abaixo foi criado por um cidadão de Israel que resolveu demonstrar publicamente seu amor pelo povo do Irã.


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terça-feira, 21 de agosto de 2012

7 Ways to Annoy Interpreters




It is almost too easy to find guides on how to work effectively with interpreters. You can choose from videos, articles and even blog posts. What you don’t often get, however, is a guide on how to annoy interpreters and make sure that no one understands each other. You can rely on LifeinLINCS to fill that gap! This week’s edition will only cover conference interpreting, since so many of our previous posts have demonstrated how to annoy Public Service Interpreters. So here is our list of 7 Ways to Annoy Conference Interpreters.
7. Give them as little info as possible
We all know that conference interpreting is an easy job really. It’s not as if you needtraining or anything to do it. So, with that in mind, how better to wind up interpreters than to tell them as little as possible about the job you expect them to do. Surely, they can interpret fine without knowing what the conference is about. Obviously, they don’t need to know about any of the speeches. Their knowledge of mechanical engineering terminology will be just as good as their knowledge of critical theory, won’t it? After all, conference interpreters are nothing but walking dictionaries, aren’t they?
6. Read from a manuscript
There is nothing interpreters like better than a speaker whose intonation, speed and attention are knocked off course by the supreme effort it takes to read word for word from a manuscript. In fact, it is even better if you mumble while you read. That shows just how intent you are on getting things right. The best thing about reading from a manuscript is that it scores two goals with one shot: not only do you annoy interpreters, you also get to bore your audience!
5. Make sure they can’t see a thing
This might seem strange. Interpreters work with language. Surely they don’t need to see you too. Well, leaving aside for the moment the fact that not all language is spoken (e.g.sign languages), it is surprising how many problems you can cause interpreters when you make sure they can’t see you. Life gets even more fun if you are using PowerPoint or any kind of visual aid.
4. Tell rambling stories
Ah stories, the speaker’s friend. What better way to liven up a speech on yearly accounts than with a story of how you first met your accountant? Of course, with stories, the longer, the better! You see, the longer your story takes, the greater the risk that the interpreter (and probably also your audience) will forget what on earth you are on about. Plus, with the propensity of interpreters to actually look for the ideas behind your words, you get a decent chance of confusing them thrown into the bargain!
3. Hire awful equipment
To be fair, this one is harder to pull off nowadays with the range of companies supplying equipment that actually does what it says on the tin. But, if you can find booths that aren’t soundproof, headphones that have spiky edges and poor sound quality and desks that wobble loudly then you have the perfect setup to make life difficult for your interpreters. Top all that off with poor (or very loud) air conditioning and you can even make them sweat too! Fantastic!
2. Blame them when it all goes wrong
Now, if you combine all of the strategies above, the likelihood is that quality will suddenly become poor and the interpreters will begin to look forlorn and frustrated. You can alleviate this completely by telling the interpreters that all the problems and all the misunderstandings are their fault. Threaten to never work with them again if they complain. Call them unprofessional. It works every time!
1.    Call them “translators!”
Of course, if reading from manuscripts, given no information, and hiring awful equipment doesn’t get the required result, make sure you call interpreters “translators.” It shows that you care enough to not care about the difference between the two professions.
Editor’s note: the opinions given in the article above are not the opinions of the editor,Heriot-Watt University or even the author. Readers ignore the irony in the above at their own risk.
Author: Jonathan Downie

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Sorria. E o mundo rirá com você

A todo momento em nossas vidas existem oportunidades para iluminarmos nosso ambiente e as pessoas que nos rodeiam. Não precisamos de dinheiro, tempo ou muito esforço. Basta querer. Sorria e o mundo rirá com você. 
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

HERRA É UMANO

O eterno duelo entre a criatividade e os prazos de entrega.
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Leia


"Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!"



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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Faça seu orçamento conosco!!!

topo end traducoes


A "E.N.D”, empresa de consultoria linguística, é composta por profissionais especializados e está no mercado há mais de 10 anos, oferencendo aos seus clientes serviços com qualidade, rapidez, confiabilidade e confidencialidade. Saiba mais em nosso site.

Nossos serviços:
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para congressos, eventos, palestras, feiras, entrevistas coletivas, negociação comerciais, ou mesmo apresentações via videoconferência;
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para as mais diversas áreas (exatas, humanas e biológica), compreendendo a tradução de manuais, livros, revistas, jornais, websites, artigos, teses, documentos, etc;
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de textos;
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gramatical completa, re-estruturação textual, conformação ou formatação do texto segundo as normas da ABNT;
Transcrição, Legendagem e Locução.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012

A linguagem viva

 Uma animação tipográfica feita a partir de um podcast gravado pelo escritor, roteirista, jornalista, poeta e comediante britânico Stephen Fry.

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Te amo em várias línguas




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Orientação das palavras


Reflita acerca do tipo de palavras que utilizas para guiar as tuas ações, para gerir as tuas emoções, para reorientar os teus pensamentos. Escolhe as tuas palavras cuidadosamente e em breve irás  perceber o quanto potenciam o que queres ser, fazer e ter.



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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Jornais internacionais destacam fim da "seca" do Corinthians



Campeão da Libertadores, o Corinthians ganhou destaque na imprensa internacional.

MARCA - CORINTHIANS SAI DA SECA

O jornal considerou o título como um sonho realizado do time alvinegro. "O Corinthians saiu da seca e fez um carnaval em São Paulo", analisou o jornal espanhol, que considerou o resultado como uma vitória merecida. Ainda de acordo com o jornal, o "popular" Corinthians jogou de forma inteligente.

L'ÉQUIPE - TÍTULO SAGRADO

O jornal francês também exaltou Emerson e classificou o título do Corinthians como "sagrado". Além disso, os times tiveram poucas chances no primeiro tempo, mas Emerson marcou dois gols e "levou os 40 mil torcedores do Pacaembu ao delírio".

CORRIERE DELLA SERA - EMERSON É ESNOBADO PELA IMPRENSA BRASILEIRA

O jornal italiano destacou os gols de Emerson e o "passe de espetacular" de Danilo na assistência para o camisa 11 abrir o placar. Segundo o jornal, o atacante "é esnobado pelos jornalistas esportivos brasileiros por ser pouco técnico".

THE GUARDIAN - CORINTHIANS QUEBRA TABU E ACABA COM AS PIADAS

O jornal inglês ressaltou o trabalho do técnico Tite, que reforçou a defesa, e as boas atuações de Danilo e Emerson. Segundo o jornal, foi a noite em que o Corinthians provou ser o melhor time da América do Sul e decretou o fim das piadas sobre seus fracassos em nível continental.

AS - FINALMENTE CHEGOU A HORA DO CORINTHIANS

"Finalmente chegou a hora do Corinthians, que agora espera pelo Chelsea", aponta o jornal, em referência ao Mundial de Clubes. A publicação exalta a atuação do lateral Fábio Santos e a falha do zagueiro Schiavi, que bobeou e deixou Emerson livre para marcar o segundo gol. "O time foi ajudado por laterais que sobem como foguetes. Mas o Corinthians ganhou o jogo graças a um erro grosseiro de Schiavi, que deu um presente para Emerson".

FIFA - A AMÉRICA TEM UM NOVO DONO

O site da Fifa anuncia: "A América tem um novo dono". A entidade máxima do futebol declara que Emerson Sheik, "um especialista em levantar taças", roubou a cena. A invencibilidade também é citada como reflexo de uma campanha "impecável". Ainda segundo a Fifa, foi um jogo truncado em que o Corinthians se irritava com a marcação argentina, mas conseguiu aproveitar as oportunidades e fez a torcida "soltar o grito guardado há tanto tempo".

Fonte: Uol



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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Olimpíadas de Londres 2012



A Olimpíadas de Londres está quase chegando.  Você conhece todos os esportes que estarão presentes nesta olimpíada? 
Segue abaixo uma lista em inglês e em português dos 36 esportes que você poderá acompanhar:
Mais informações no site oficial: 



 Sports: Esportes
 Archery – Tiro com Arco
Athletics – Atletismo
Badminton – Badminton
Basketball – Basquetebol
Beach Volleyball – Vôlei de Praia
Boxing – Boxe
Canoe Slalom – Canoagem Slalom
Canoe Sprint – Canoagem de Velocidade
Cycling – BMX – Ciclismo – BMX
Cycling – Mountain Bike – Ciclismo – Mountain Bike
Cycling – Road – Ciclismo – Competições de Estrada 
 Cycling – Track – Ciclismo – Competições de Pista
Diving – Saltos Ornamentais 
Equestrian – Hipismo
Fencing – Esgrima
Football – Futebol
Gymnastics – Artistic – Ginástica Artístíca
Gymnastics – Rhythmic – Ginástica Rítmica
Handball – Handebol
Hockey – Hóquei na Grama
Judo – Judô
Modern Pentathlon – Pentatlo Moderno
Rowing – Remo
Sailing – Vela
Shooting – Tiro
 Swimming – Natação
Synchronised Swimming – Nado Sincronizado
Table Tennis – Tênis de Mesa
Taekwondo – Taekwondo
 Tennis – Tênis
Trampoline – Trampolim
Triathlon – Triatlo
Volleyball – Voleibol
Water Polo – Pólo Aquático
Weightlifting – Halterofilismo
Wrestling – Luta



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